Advogado previdenciário para quem mora em Jucuruçu: Problema com o INSS ou com a sua aposentadoria?

Atendo Jucuruçu e a zona rural pelo WhatsApp: conversa por áudio e documentos por foto.

Prefere ligar? (73) 98140-9000
Telmo Padilha

Telmo Padilha

Advogado · OAB/BA 76.527

Especialista em Direito Previdenciário pela PUC-RS

Pode mandar áudio. Um filho ou neto pode falar por você. Segunda a sexta, das 8h às 18h.

Atendimento para quem mora em Jucuruçu

Pela estrada, Jucuruçu fica mais perto de Itamaraju do que de Eunápolis, que está a cerca de 150 km. Mesmo assim, é a Justiça Federal de Eunápolis que julga as ações contra o INSS de quem mora aqui. Como o escritório fica na cidade da vara federal, a distância pesa pouco no andamento do seu caso.

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De Jucuruçu até o escritório, em Eunápolis: cerca de 150 km pela BR-101, BA-283, BA-126 e BA-284.Dados do mapa: © colaboradores do OpenStreetMap

Café conilon e agricultura familiar

Jucuruçu é pequeno e rural: 9.655 moradores no Censo de 2022, quase dois em cada dez com 60 anos ou mais. Pelos dados do IBGE de 2025, o café conilon responde por mais de 80% do valor das lavouras permanentes, e o rebanho passa de 100 mil cabeças de gado.

Boa parte disso é agricultura familiar: a família planta café, mandioca e feijão na própria terra ou na terra de outro, com a ajuda dos filhos. É o perfil do segurado especial, que se aposenta aos 55 anos (mulheres) ou 60 (homens), sem ter pago carnê, desde que prove 15 anos de trabalho rural. O filho que ajuda os pais na roça a partir dos 16 anos também é segurado especial, e esse tempo conta para o futuro dele.

CAF (antiga DAP), ITR, notas de venda do café e a ficha do posto de saúde com endereço rural são documentos que fazem diferença. Documento em nome do pai ou do marido também serve para quem trabalhava junto.

Salário-maternidade da trabalhadora rural

A mãe que trabalha na roça da família tem direito ao salário-maternidade de um salário mínimo, por 120 dias, sem ter pago carnê. Precisa provar que trabalhava no campo nos meses antes do parto. O direito vale também na adoção.

O pedido pode ser feito até cinco anos depois do nascimento, mas, quanto antes, mais fácil é juntar a prova. Cartão da gestante com endereço rural, documentos em nome do marido ou dos pais e a matrícula dos outros filhos em escola da zona rural ajudam.

Longe do escritório, perto da Justiça Federal

Quase nada precisa ser feito em pessoa. A conversa, o envio dos documentos, o pedido ao INSS e o processo na Justiça são eletrônicos, e as audiências do Juizado Especial Federal muitas vezes são por vídeo.

Quando a perícia ou a audiência é presencial, a data e o local chegam com antecedência, e eu oriento você antes, para não ter viagem à toa. A procuração e os outros papéis que precisam da sua assinatura podem ser assinados pelo celular, com a conta gov.br.

Como o processo anda, da perícia à audiência por vídeo, está explicado no artigo sobre a Justiça Federal de Eunápolis.

Como funciona o atendimento

Pode ser tudo pelo WhatsApp, de qualquer cidade do Brasil. Ninguém precisa sair de casa para começar.

  1. Você me manda uma mensagem

    Conte o que aconteceu pelo WhatsApp, por escrito ou em áudio. Um filho ou neto pode falar por você. Se preferir, venha ao escritório em Eunápolis.

  2. Eu analiso seus documentos

    Você manda foto dos seus laudos médicos, exames, comprovantes e outros documentos. Eu confiro tudo e digo com sinceridade se existe um caminho, e qual.

  3. Acompanho você até o fim

    Se seguirmos juntos, você recebe notícia de cada etapa do seu caso, sem precisar ficar ligando para saber como está.

Quem vai cuidar do seu caso

Sou Telmo Padilha, advogado previdenciário. Tenho mais de 6 anos de experiência em Direito Previdenciário e sou especialista na área pela PUC-RS.

Montei o escritório em Eunápolis para atender quem depende do INSS com o cuidado que esse momento pede: explicando cada passo em português claro e respondendo quando você pergunta.

Conheça minha trajetória

Nossa missão é simples: orientar você na defesa dos seus direitos, com transparência, ética e acompanhamento próximo em cada etapa.

Telmo Padilha · OAB/BA 76.527
Telmo Padilha, advogado, de terno azul-marinho

Dúvidas de quem mora em Jucuruçu

Não achou a sua dúvida? Pergunte pelo WhatsApp.

Planto café na terra do meu pai. Sou segurado especial?

Pode ser. Quem trabalha na terra da família, sem empregados permanentes, é segurado especial, mesmo que a terra esteja no nome do pai. Os documentos em nome dele servem de prova para você.

Meu marido é lavrador e eu cuido da casa e da roça. Também sou segurada especial?

É, se você trabalha na roça junto com ele. A esposa que trabalha na lavoura faz parte do grupo familiar e tem os mesmos direitos: aposentadoria rural aos 55 anos e salário-maternidade. Os documentos em nome do marido servem de prova para você.

Tive meu filho há dois anos e não pedi o salário-maternidade. Ainda dá?

Dá. O pedido pode ser feito até cinco anos depois do parto. O que precisa é mostrar que você trabalhava na roça antes do nascimento.

O INSS negou meu pedido e mandou uma carta. O que eu faço com ela?

Tire uma foto da carta inteira e mande pelo WhatsApp. É nela que estão o motivo da negativa e o prazo de 30 dias para recorrer, e é por ela que se decide o próximo passo.

Conte o seu caso. A primeira conversa é para entender o que está acontecendo.